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POLÍTICA - PAULO FIGUEIREDO E O ANTIPOPULISMO

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antipopulismo 

Bem vindo à Forja. Vamos falar de Paulo Figueiredo e seu ódio ao populismo.   

Paulo Figueiredo iniciou sua competente carreira tecendo comentários políticos em um blog pessoal criado no Blogger e hoje é um dos jornalistas mais respeitados no meio, embora alguns de seus colegas teimem em não reconhecê-lo como tal, talvez movidos pela inveja.  

Para a decepção de muitos ele não é bolsonarista.   

Paulo Figueiredo é antes um dos principais articuladores da agenda anti-populista no Brasil.   

A ideologia anti-populista originou-se nas cátedras da Escola Superior de Guerra e foi usada pelo Regime Militar para embasar as políticas de Segurança Nacional, adotadas com o objetivo de "eliminar o populismo subversivo", conforme o texto do Ato Institucional n°1 preconiza, ato este que deu aos militares poder para cassar mandatos de políticos que apoiavam Getúlio Vargas e João Goulart.   

Não é por acaso que Paulo Figueiredo despreza o populismo no qual se apoia o governo de Luís Inácio da Silva, vulgo Lula, sendo Paulo neto do último militar a exercer a Presidência do Brasil no fim da ditadura militar, o General João Batista de Oliveira Figueiredo, um dos militares que idealizaram o golpe de 1964.  

No entanto, para Paulo Figueiredo lulopetismo e bolsonarismo são dois lados de uma mesma moeda carcomida, que teria perdido valor face à suposta modernidade das atuais correntes geopolíticas globais.   

Movimentos como bolsonarismo e lulopetismo condenam o Brasil ao atraso, na visão do jornalista.   

Sua estratégia para enfraquecer as corrente populistas no Brasil é jogar uns contra os outros, na esperança de que venham a se destruir mutuamente, dando lugar a uma nova mentalidade que coloque os interesses nacionais acima do interesse das personalidades que comandam o país.   

Para tanto ele se apresenta como aliado da direita bolsonarista, angariando credibilidade dentro do movimento por ter se posicionado contra o lulopetismo desde sempre, e ao mesmo tempo utiliza os argumento falaciosos do esquerdismo para minar a força bolsonarista quando tem a chance. Mas quase nunca faz isso diretamente, evitando se expor.   

Paulo Figueiredo conseguiu convencer a muitos com suas ideias para o futuro do país, encontrando eco entre alguns daqueles que a direita bolsonarista chama de intergaláticos e isentões, plantando suas ideias subliminarmente, mas sobretudo naqueles que não se identificam abertamente como isentos e adotam a estratégia de parecer estar defendendo um dos lados.   

Na rede formada por Paulo Figueiredo estão vários influenciadores acima de qualquer suspeita, com grande engajamento nas redes sociais, como Kim Paim e Cândido Neto, conhecido como Mafinha, e também jornalistas empregados na grande mídia legada, como Bela Megale e Mônica Bérgamo, que se tornaram quase como bonecos de ventríloquo repercutindo no Brasil informações de bastidores que Paulo Figueiredo envia desde os Estados Unidos, onde está radicado, e retroalimentam os conteúdos uns dos outros.   

É Paulo Figueiredo a principal figura por trás dos ataques coordenados contra Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira nas redes sociais e na mídia oficial, não por entender que eles sejam "traidores infiltrados nas fileiras bolsonaristas" como costumam dizer, mas ao contrário, porque eles representam a continuidade e o futuro desse "populismo" que Paulo tanto abomina.     

Bolsonaro e Lula acabarão por se anular mutuamente na guerra pessoal que travam entre si. Mas Bolsonaro inteligentemente, ao contrário de Lula, conseguiu formar líderes capazes de dar continuidade ao seu legado.   

Esta liderança ascendente, fortemente representada por vários políticos com luz própria e aliados a Bolsonaro desde o princípio, ameaça estender a força do bolsonarismo para além do tempo que Paulo Figueiredo previu.   

Daí o esforço concentrado em desacreditá-los perante os próprios bolsonaristas, mesmo que para isso seja necessário usar os métodos reprováveis que a esquerda sempre usou para destruir a reputação de seus adversários.   

Finalmente, a aliança que Paulo Figueiredo buscou a todo custo fazer com Eduardo Bolsonaro não se deve aos interesses bolsonaristas, mas sim ao projeto pessoal do jornalista de se vingar de Alexandre de Moraes por todo o mal que este lhe causou.   

Para atingir o ambicioso objetivo de destruir a carreira de um Ministro do Supremo Tribunal Federal, Paulo Figueiredo logrou construir uma boa relação com pessoas influentes no Congresso Americano. Mas ele precisava do sobrenome de Bolsonaro para chegar até Donald Trump, o homem mais poderoso do mundo. Eduardo Bolsonaro deu isso a ele.   

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