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Bem vindo à Forja. A direita esta mesmo dividida? .
Quando Jair Bolsonaro surgiu no cenário nacional, se apresentando oficialmente como candidato à Presidência da República pela primeira vez, os eleitores brasileiros tinham a visão equivocada de que qualquer um que desejasse tomar o lugar do Partido dos Trabalhadores (PT), e do Lula, era de direita. Até mesmo um partido político confessadamente socialista era considerado de direita.
Jair Bolsonaro não apenas reduziu a pó a pretensa "direita" brasileira, deixando o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) com apenas 5% dos votos em 2018, como demonstrou em seus atos de governo o que devemos esperar de uma direita verdadeira.
A redução da máquina Pública, a começar pela diminuição do número de Ministérios já em seu primeiro ato de governo, seguida da eliminação de centenas de "cargos comissionados" que só fazem pesar no orçamento e a retirada do peso do Estado de cima dos cidadãos, dando maior liberdade aos indivíduos para escolherem seus caminhos, facilitando a vida do empreendedor médio, entre outras medidas, culminando na drástica redução de impostos, mostraram aos eleitores como deve se comportar um governo verdadeiramente de direita, saindo da seara das promessas fáceis que nunca foram cumpridas.
Num primeiro momento aqueles velhos políticos, saídos de um PSDB destruído e de outros partidos satélites, ainda querendo colar em si mesmos o rótulo da direita que nunca foram, tentaram se aproximar de Bolsonaro em busca de cargos no governo, movidos pelo fisiologismo que sempre caracterizou as relações políticas em Brasília. Mas foram frustrados pela determinação de Jair Bolsonaro de formar um quadro técnico, com pessoas realmente habilitadas a ocupar tais cargos.
São estes mesmos políticos, que ainda tentam enganar o povo incauto se dizendo de direita, que hoje às vésperas das eleições, estão fomentando desavenças entre os aliados de Jair Bolsonaro.
Eles temem que o atual candidato Flávio Bolsonaro siga os passos do pai, não cedendo aos conchavos das indicações dos cargos e não sobre nada para a incompetência deles destruir. Por isso se esforçam por minar a candidatura do Flávio a partir da base, tentando atrair de volta os eleitores que o PSDB perdeu em 2018.
Esperam convencer um número suficiente para tirar de Flávio Bolsonaro a vitória no primeiro turno, para então poderem propor alianças comprometedoras a fim de garantir a vitória no segundo turno. Se Flávio não ceder à chantagem, é bem provável que eles acabem apoiando ao Lula em retaliação, revelando suas verdadeiras faces assim como fizeram Simone Tebet, Soraya Thronicke, "Pastor" Otoni de Paula, entre tantos outros políticos frustrados que seguiram o caminho de Geraldo Alckmin.
Dizer que no Brasil não existe direita sem Bolsonaro é chover no molhado, mas ainda existe quem acredite nos falsos apologistas que tentam convencer que pode haver uma direita que não é bem direita igual a do Bolsonaro mas funciona.
É para os inconstantes, que até hoje não aprenderam o que é direita, que estará voltada a campanha eleitoral deste ano. Essa falsa direita, fomentadora de desavenças, deve ser alijada do cenário político junto com a esquerda nestas eleições, ou nunca teremos uma vitória completa.







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